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Na vanguarda da tecnologia

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ESAD

Como são feitas as porcelanas, workshops de artes e a tecnologia de amanhã com ainda tempo para orientação e Tunas. Foi assim o quarto dia da Leiria-In. 

A manhã começou com uma viagem até Alcobaça para visitar a fábrica de porcelanas SPAL. José Maria Leão Costa, Diretor Industrial, recebeu o grupo da Leiria-In no showroom da empresa, um verdadeiro “centro de glamour e criatividade” onde se podem ver expostas algumas das coleções SPAL.

José Maria Leão Costa falou da mudança que se verificou no mercado da porcelana nos últimos anos, nomeadamente a nível de hábitos de consumo. Por exemplo, os tradicionais serviços de mesa, reservados apenas para ocasiões especiais, deixaram de ser vistos como um investimento, entre outras alterações que ditaram que as empresas de porcelana redefinissem mercados e segmentos nomeadamente com a aposta no sector da hotelaria.

SPAL

A visita seguiu para o SPAL Studio, ou Departamento de Desenvolvimento do Produto, onde os designers da SPAL preparam novas coleções e desenvolvem projetos solicitados pelas marcas. Todos os anos em fevereiro a SPAL apresenta cerca de dez novas coleções na feira internacional Ambiente, em Frankfurt.

Caminhando pela fábrica foi possível acompanhar as peças em todo o processo de fabrico, da pasta da porcelana, à moldação, à decoração e os três fornos pelos quais as peças tinham de passar. Dentro da fábrica encontra-se também um laboratório que faz a análise de todas as matérias primas que entram para garantir que não há contaminação e testam a durabilidade das peças, entre outros exames.

ESAD audiovisuais

ESAD serigrafia

De Alcobaça o autocarro da Leiria-In viajou até às Caldas da Rainha para conhecer a Escola Superior de Artes e Design (ESAD) do IPL. Depois do almoço o grupo foi dividido por equipas que puderam experimentar os diversos laboratórios da ESAD, o laboratório de audiovisual, o de serigrafia onde estamparam imagens em camisolas, o de gravura e o de fotografia onde fizeram composições que fotografaram e revelaram analogicamente em câmara escura.

ESAD gravura

ESAD fotografia1

Voltando à Marinha Grande o resto da tarde foi passada no Centro para Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto (CDRsp) do IPL a visitar os seus diferentes laboratórios. Os jovens experimentaram várias tecnologias de realidade aumentada e no laboratório de engenharia inversa um deles foi scaneado para um modelo 3D. Já noutro laboratório puderam ver vários modelos de impressoras 3D, ficar a conhecer as suas diferentes aplicações e verem modelos impressos de outras pessoas que tinham sido scaneadas.

CDRSP2

No laboratório de biofabricação ficaram a conhecer um projeto de regeneração de osso, cartilagem ou pele através da utilização de polímeros. Estas estruturas utilizam materiais biocompatíveis e biodegradáveis que são colocadas no local em que, por exemplo, o osso está em falta, permitindo uma normal utilização da parte do corpo afetada, e vão-se degradando ao mesmo tempo que o osso regenera. As estruturas já foram testadas na tíbia de uma ovelha e na estrutura óssea de ratos.

CDRSP1

Depois do jantar o Grupo de Orientação do Centro tinha preparado para os participantes da Leiria-In uma atividade de orientação para a qual se dividiram em equipas de quatro. De acordo com Carlos Monteiro, membro do Grupo, o objetivo era dar a conhecer a cidade de Leiria, através dos seus pontos mais importantes, de modo lúdico. Ao mesmo tempo os jovens faziam exercício físico e criavam espírito de equipa.

Tunas

Segundo Carlos Monteiro a Orientação é uma modalidade que também ajuda a desenvolver a capacidade de decisão e a perder o medo de decidir. "E se nos perdermos voltamos dois passos atrás e já sabemos onde estamos, tal como na vida."

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A noite terminou em frente à Biblioteca Municipal de Leiria com as atuações das Tunas do IPL, a Tum'Acanénica e a Trovantina.